sexta-feira, 30 de novembro de 2012

TUDO SOBRE TOMBAMENTO DA PONTE AFONSO PENA

TOMBAMENTO DE BENS HISTÓRICOS NO BRASIL
 1 - Quando Começou o tombamento de bens históricos no Brasil
Em 30 de novembro de 1937, no governo Vargas, quando foi criado o SPHAN - Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que nasceu para proteger cidades antigas e monumentos que corriam riscos. Depois foi substituído pelo IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Ouro Preto em Minas Gerais foi a primeira cidade a ser tombada, no sentido de preservar a arquitetura do século XVIII, no momento em que Getúlio Vargas procurava dar uma identidade nacional ao País.
 1 - Como começou a escolha da Ponte Afonso Pena em 2005 para ser tombada
Através de um inventário, observando-se a sua integridade (estado de conservação, possibilidade de restauração), raridade, exemplaridade e importância arquitetônica, cultural, histórica, e paisagista. Dr. Jales Guedes, membro do MP liderou este processo.
4 - O que vai acontecer agora com a Ponte
Continua a fazer parte do dia-a-dia das pessoas, devendo ser preservadas suas características


5 - O Tombamento preserva?
é o melhor instrumento legal para preservação definitiva, muito embora, caso o bem não seja mantido adequadamente, pode se degradar com o tempo. Na Lei de tombamento ha dispositivo que obriga a preservação e conservação do imóvel tombado.

(Fonte: Grupo de Trabalho Patrimônio Histórico e Arquitetônico - CREA SP

 Em 1972 - a empresa FURNAS transferiu a ponte de seu lugar orginal para 3 km abaixo, para servir de passagem a seus funcionários que estavam construindo a Usina Hidrelétrica Itumbiara na cidade de Araporã MG e moravam na Vila de Furnas em Itumbiara.
 Local onde foi instalada a ponte em 1972

 Funcionarios trabalham na instalação da Ponte
Fonte: DECOM - Prefeitura de Itumbiara

PONTE AFONSO PENA É PATRIMÔNIO HISTÓRICO NACIONAL

O Instituto  do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional aprovou ontem (29/11), através dos membros Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural o tombamento da Ponte Affonso Penna, localizada na divisa entre Itumbiara e Araporã MG. O Processo foi iniciado em 2005. Para que o leitor possa entender o processo de tombamento, abaixo algumas definições:
1 - O QUE É PATRIMÔNIO CULTURAL
Conjunto de bens, de natureza material e / ou imaterial, que guarda em si referência a identidade e ação e a memória dos diferentes grupos sociais. É um elemento importante para o desenvolvimento sustentado, a promoção do bem-estar social, a participação e a cidadania.

2 -  O QUE É TOMBAMENTO
É um conjunto de ações, realizadas pelo poder público e alicerçado por legislação específica, que visa preservar os bens de valor histórico, cultural, arquitetônico, ambiental e afetivo, impedindo a sua destruição e/ou descaracterização. é o ato de tombar, ou seja, inventariar, arquivar, registrar coisas ou fatos relativos a uma especialidade ou região, para proteger, assegurar, garantir a existencia por parte de algum poder. Este nome tem origem em Portugal, vem de Torre do Tombo, ou do Arquivo, onde eram guardados documentos importantes que hoje fazem parte do Arquivo Central do Estado Portugues.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

CRÔNICA SOBRE INAUGURAÇÃO PONTE AFONSO PENA EM 1909

Fonte: Antonio Pereira - Jornal CORREIO DE UBERLÂNDIA
24-01-2010


A inauguração da ponte Afonso Pena – parte 2




A festa começou cedo. Às cinco horas da manhã, os galos cantores de Itumbiara se espantaram com a salva de vinte e um tiros. Às quinze horas, imensa massa popular, mais duas bandas de música, foram até o escritório da comissão que construiu a ponte e de lá voltou com o dr. João Luiz Mendes Diniz à frente (homenageado com a avenida Engenheiro Diniz, no Bairro Martins). Foram para a Ponte. No meio dela, onde se separam os Estados, o cônego Theóphilo de Paiva (de Santa Rita), auxiliado pelo padre Francisco (de Monte Alegre), procedeu à bênção. Foram padrinhos do ato: João Severiano Rodrigues da Cunha, Custódio Pereira, Arlindo Soares Parreira, Antônio José Carlos Peixoto, Antônio Xavier Guimarães, Nicodemos de Macedo, Militão de Almeida, Jacinto Brandão e Francisco Olímpio de Paiva. Terminada a bênção, o engenheiro Diniz acabou de atravessar a Ponte seguido por autoridades e o povo numa soma aproximada de duas mil pessoas. Do lado mineiro, o dr. Diniz fez longo discurso.
Em seguida um escriturário da comissão de construção da ponte, Colombo Vasques, leu a ata da inauguração. Dada a palavra livre, o primeiro a usá-la foi o representante da Câmara uberabinhense, o Joanico (João Severiano). Em seguida, em nome do governo mineiro, falou o dr. Francisco Vieira de Oliveira e Silva. E mais o capitão e poeta Felizardo Fontoura e o major Olympio de Vasconcelos (representando a Câmara e o povo de Monte Alegre). O governo goiano foi representado pelo coronel Antônio Xavier Guimarães e a Vila de Santa Rita pelo capitão Sidney de Almeida.
Diniz recebeu vários telegramas de Morrinhos, de Goiás, de São Francisco, de Monte Alegre e de Uberabinha. Os de Uberabinha vieram assinados um por empresários, líderes políticos e autoridades, e outro pelos empregados do comércio. No rancho onde se abrigaram as bandas de musica, logo após a inauguração oficial, foi servido um “profuso copo de cerveja”, como se dizia na época, com vários brindes erguidos.
Curiosidades sobre a ponte: foi construída no sistema pênsil rígido com um vão livre central de 124m. Tinha o apoio de dois pilares com 2000m3 de alvenaria que sustentavam 8 torres medindo 17,8m de altura, cada. Estes, sustentavam 14 cabos de aço com 221m cada e cada cabo sustentava 125 toneladas. Para testar a sua capacidade de sustentação, foi mantida uma carga de duzentas toneladas durante 24 horas sobre o estrado do vão livre. A ponte custou quinhentos contos de réis, cem só de carreto.
Após a inauguração, para comprovar sua resistência, transitaram ininterruptamente pela ponte 1850 bois e 6 carros de bois carregados.
Antônio Pereira da Silva, do IATapis.silva@terra.com.br
Fonte: jornais da época

PONTE AFONSO PENA VAI SER TOMBADA COMO PATRIMÔNIO CULTURAL

Fonte: Antonio Pereira - Jornal -  Correio de Uberlândia
17-01-2010


A inauguração da ponte Afonso Pena – parte 1




As gerações mais novas e os desinteressados não conhecem a importância da velha ponte Afonso Pena sobre o rio Paranaíba para o desenvolvimento de Uberlândia. A estrada de ferro chegou a Uberabinha em 1895. Constituiu-se no meio mais rápido de encontrar-se o Brasil Central com o eixo manufatureiro do país, mais o porto internacional de Santos.
Antes da estrada de ferro, viajantes e mercadores que demandavam a província de Goiás, de Uberaba desviavam para Indianópolis ou para Santa Maria e não passavam por aqui. A chegada da Mogiana forçou essa passagem. No dia 15 de novembro de 1909, inaugurou-se a Ponte Afonso Pena sobre o rio Paranaíba por onde passou a escoar dois terços da produção do estado de Goiás.
Conheço duas versões que justificam sua construção. O historiador Hildebrando Pontes afirma que a ponte foi construída para arrefecer o ânimo dos triangulinos que estavam em intensa campanha para a emancipação da região, ou sua reanexação ao estado de São Paulo. Outra é a versão tradicional, oral, que diz que a sua instalação foi resultado de sugestão e empenho do Tenente Coronel da Guarda Nacional, José Theóphilo Carneiro junto ao seu compadre, o Presidente da República, Marechal Hermes da Fonseca.
Em 1912, Fernando Vilela fez a ligação desses dois pontos estratégicos por meio de uma pioneira estrada de rodagem. A primeira no Brasil Central e a primeira no país rumo ao oeste. Sobre esses três pontos assentaram-se os fundamentos da economia uberlandense.
A Ponte Afonso Pena, no entanto, esteve em vias de ser instalada em outro local, jogando diretamente no estado de São Paulo toda a produção goiana. Os empenhos dos deputados Afrânio de Mello Franco (de Minas Gerais) e José Xavier de Almeida (de Goiás), apoiados por uma campanha insistente do vereador João Severiano Rodrigues da Cunha (Joanico), por correspondência e artigos em jornais, conseguiriam definir que ela fosse montada em Santa Rita do Paranaíba (Itumbiara), num lugar conhecido como “Caídor”, a 1600 metros da Vila. Neste local, antes, havia uma balsa. Para a travessia de uma boiada, esperava-se de sete a oito dias. Muitas reses se perdiam por afogamento. Por ocasião das enchentes, o trânsito se atrasava mais. As balsas desse tempo eram perigosas, constavam de algumas canoas sobre as quais se amarravam algumas pranchas de madeira.
Segundo um cronista da época, Santa Rita era um entreposto de considerável importância para o Sul de Goiás; com a construção da ponte, passava a ser um ponto de passagem obrigatória para pelo menos 70% dos produtos mercantilizados em e por Goiás. É de se pensar, hoje em dia, o que seria de Uberlândia se não houvessem instalado essa ponte em Itumbiara.
Compreendendo o valor da obra, Uberabinha ficou empolgada quando se anunciou a sua inauguração. Faltando alguns dias para a festa, o vereador João Severiano Rodrigues da Cunha, representando a Câmara, mais os empresários capitão Custódio Pereira, Carmo Giffoni e Antônio Custódio Pereira seguiram, a cavalo, para a Vila de Santa Rita acompanhando Nicodemos Macedo que era o representante do governador mineiro, Wenceslau Braz. Antes da inauguração, o Joanico visitou a obra e telegrafou orgulhoso para o jornal “O Progresso” dizendo apenas que atravessara a ponte, a pé, em companhia do dr. Diniz. (continua)

MORADIAS DE LUXO NA ZONA SUL E POPULARES NA ZONA NORTE


REGIÃO SUL DA CIDADE GANHA PRIMEIRO CONDOMÍNIO DE LUXO - AO LADO DO AEROPORTO MUNICIPAL
                  A Principal Avenida há mais de cem anos - Santa Rita com destino a Praça da Bandeira
O Porto de Santa Rita, onde foram erguidos os primeiros ranchos
Itumbiara começou com o Porto, no ponto onde hoje desembarca todo ano da imagem de Nossa Senhora das Graças e a Avenida Beira Rio se tornou área nobre e mais valorizada da cidade. Mais de uma centena de anos depois das construções seguirem rumo ao norte, hoje o sul vai ganhando espaços nobres e valorizados, enquanto os conjuntos residenciais populares seguem o caminho do Norte, como no início da vida do Povoado de Santa Rita do Paranaíba.
 Obra de implantação do primeiro condomínio de luxo em Itumbiara - NP Empreendimentos


 Rancho do Gesmar, ao lado do Paranaíba, sendo preparado para receber obra do PIER - margens do Paranaíba
                                   Marquete do Pier - investimento previsto de R$ 5 milhões
Casas populares do conjunto Dona Sinica - do outro lado da BR 153 - destino ao Ribeirão Santa Maria
 Hotel que não saiu do papel, ao lado do Parque Imperial, onde vai ser construído PIER
A 3 KM, Estação de Tratamento de Esgoto está no caminho do crescimento da região sul
 Antiga Lagoinha, ganhou conjuntos residenciais populares (Morada dos Sonhos, Alcides Rodrigues, Dona Guri) - Nas margens do Trindade, a direita deste conjunto, o Loteamento Trindade foi recentemente implantado.

ITUMBIARA VAI TER NOVO AEROPORTO

INCLUÍDO NO PLANO DE INVESTIMENTO DO GOVERNO FEDERAL DE AUXÍLIO A AEROPORTOS, MUNICÍPIO DE ITUMBIARA VAI GANHAR OBRA DE CONSTRUÇÃO DE PISTAS DE POUSO, TERMINAIS DE PASSAGEIROS E COMPRA DE VEÍCULO CONTRA INCÊNDIOS
Foto do Aeroporto Municipal sem a construção de Hagares perto da pista de pouso.

A Secretaria Nacional de Aviação Civil publico no ultimo dia 22 de novembro a relação de Aeroportos que receberão investimentos do governo federal, através de Convênios com os Estados para melhorar a Infraestrutura de Aeroportos, com exceção das Capitais. Em Goiás, Além de Rio Verde, Itumbiara faz parte da Relação. Há informações de que o município deseja mudar o Aeroporto de lugar, disponibilizando outra área para construção de um novo Aeporto, que hoje está bem perto de zonas residenciais e ao lado da unidade do IFET-GO de Itumbiara.

ANAC SUSPENDEU EM JULHO DE 2011 OPERAÇÕES NO AEROPORTO ATÉ ALTERAÇÃO NOS HANGARES E CONSTRUÇÃO DE UMA TORRE, MAS ENCONTRA-SE LIBERADO
                                        Hangares foram construídos perto da pista de pouso (29/11/2012)
Pista de 1752 m - ao lado está sendo construído um condominio residencial de luxo

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

AMADOR ITUMBIARA 2012 - TERCEIRA DIVISÃO

CLASSIFICAÇÃO
Classificam-se para a semi-final as duas melhores equipes de cada grupo
Em caso de empate em pontos ganhos, o critério de desempate é a melhor campanha na fase anterior
SEGUNDA FASE
Class Time Jogos PG V E D GP GC SG
1 DEMOCRATA 1 3 1 0 0 30 13 17
2 SARANDI 1 1 0 1 0 25 9 16
3 CFV 1 1 0 0 1 14 19 -5
4 SOCIAL 1 0 0 0 1 17 20 -3
Class Time Jogos PG V E D GP GC SG
1 CRICIÚMA 1 3 1 0 0 30 9 21
2 DUDU 1 3 1 0 0 24 8 16
3 CONTINENTAL 1 0 0 0 1 16 14 2
4 MILAN 1 0 0 0 1 10 25 -2




TABELA DA SEGUNDA RODADA - SEGUNDA FASE

DIA JOGO LOCAL HORÁRIO
SÁB 01/02 DUDU X MILAN Clube 50 16H30*
DOM 02/12 DEMOCRATA X CFV Goiasinho 16h30
DOM 02/12 CRICIÚMA X CONTINENTAL Vila Vitoria 16h30
DOM 02/12 SARANDI X SOCIAL Sarandi 10 h
 

AMADOR 2012 ITUMBIARA -SEGUNDA DIVISÃO

SEGUNDA RODADA - SEGUNDA FASE
SEGUNDA DIVISÃO
DIA JOGO LOCAL HORÁRIO
DOM 02/12 RIVER PLATE X S. DUMONT Goiasinho 08 h
DOM 02/12 BAURU X V. REDONDA Goiasinho 10h00
DOM 02/12 BOM JARDIM X CRUZEIRO Bom Jardim 10h00
DOM 02/12 IPIRANGA X MEIA PONTE Vila Vitoria 10H00

CLASSIFICAÇÃO
Em caso de empates em pontos - classifica-se o mehor da fase anterior
Os dois primeiros colocados de cada grupo classificam-se para semi-final
Class Time Jogos PG V E D GP GC SG
1 RIVER PLATE 1 3 1 0 0 20 9 11
2 S. DUMONT 1 3 1 0 0 12 15 -3
3 MEIA PONTE 1 0 0 0 1 12 10 2
4 IPIRANGA 1 0 0 0 1 8 13 -5
                   
                   
Class Time Jogos PG V E D GP GC SG
1 BAURU 1 3 1 0 0 20 12 8
2 V. REDONDA 1 3 1 0 0 23 16 7
3 BOM JARDIM 1 0 0 0 1 14 11 3
4 CRUZEIRO 1 0 0 0 1 9 12 -3
                   
                   
CLASSIFICAÇÃO