terça-feira, 8 de janeiro de 2013

ITUMBIARA TEM 13672 TERRENOS

O MUNICIPIO DE ITUMBIARA POSSUI ATUALMENTE EM SEU CADASTRO DE IMÓVEIS CERCA DE 13672 TERRENOS SEM NENHUMA CONSTRUÇÃO.
No ano de 2013 cada proprietário de terreno vai pagar cerca de R$ 27,48 no carnê do IPTU 2013 referente a COSIP - Contribuição para Custeio da Iluminação Publica, calculado todo ano pela Secretaria Municipal de Finanças do Município.

AS SETES QUEDAS DE HOMENS DO PODER EM ITUMBIARA

Narrados como grandes vencedores da História de Itumbiara, os líderes políticos também amargaram grandes derrotas em seus embates nos 103 anos da história política da cidade. Nesta edição, serão apresentados as quedas de pelo menos sete, conforme segue abaixo:

1 - CORONEL SIDNEY PEREIRA DE ALMEIDA
A primeira grande derrota deste lider politico na Primeira República, aliado dos Caiado em Santa Rita do Paranaíba,  aconteceu por volta de 1927 quando perdeu a liderança política e eleição para o grupo de Luiz Barreto de Menezes Junior;

A segunda derrota ocorreu em 1935, quando aliou-se ao grupo de Pedro Ludovico e após ter vencido a primeira eleição contra Carlos Santos, esta foi anulada, já que tinha desaparecido de um hotel da cidade de Santa Rita do Paranaíba cerca de 200 titulos de Eleitor. A justiça anulou a eleição vencida pelo Coronel e na outra realizada ele perdeu e não mais foi eleito até sua morte em 1977.

Nasceu em Araguari em 03 de agosto de 1884, filho do Major Militão Pereira
de Almeida e Ermelinda Borges de Almeida. Casou-se com Maria Clarinda Cotrim,
tendo 6 filhos. Veio para Santa Rita do Paranahyba em 1903. Foi Intendente do Município
por nove vezes, presidente do Conselho Municipal de Intendência por doze anos
e Conselheiro por 16 anos. Fundou o Partido Democrata Local.
Foi o homem dos Bulhões e dos Caiados de 1909 a 1927 na Velha República.
Vai romper com a turma e voltar ao Poder após 1930 com Pedro Ludovico Teixeira,
deixando a vida pública quando perde a eleição para Carlos Santos. Seu ciclo de Poder
durou quase 30 anos. Faleceu em 6 de janeiro de 1977.

2 - LUIZ BARRETO DE MENEZES JUNIOR
Nas eleições presidenciais de 1926 perde de 536 a 111 para o Coronel Sidney Pereira de Almeida, na disputa para ver quem dava mais votos para os respectivos candidatos a presidente do Pais. Vence o grupo de Sidney Pereira de Almeida em 1927, mas perde o poder quando ocorre a Intervenção de 1930 por Pedro Ludovico Teixeira. Foi assassinado em 1933, no primeiro grande crime político ocorrido em Santa Rita do Paranaíba.

A narração do episódio da morte do Engenheiro, conselheiro de intendência,

deputado Estadual e líder político entre 1927 e 1933, Luiz Barreto Correia de Menezes
Júnior, é a mesma contada por outros nesse período. Ressalta João Pereira de Almeida,
que Menezes Júnior morava na rua Benjamin Constant e saindo de casa, ao contornar
a rua Marechal Deodoro, recebeu um tiro, atribuído a um senhor chamado Felipe.

Luiz Barreto Correia de Menezes Júnior

Nasceu em Mococa-SP em 1894 e faleceu com 39 anos de idade em 22 de
outubro de 1933. Filho de Luiz Barreto Correia de Menezes e Maria da Glória Menezes.
Formado em Engenharia pela Universidade de Columbia-EUA. Mudou-se para
Santa Rita do Paranahyba em 1920, casando-se com Maria de Deus Tavares Correia
de Menezes, tendo dois filhos: Luiz e Thais. Fundou o Partido Reação Democrata,
aliado dos lideres caiadistas Eugênio Jardim e Antônio Ramos Caiado. Foi aliado do
cel. Sidney Pereira de Almeida até 1925, quando rompeu politicamente. Foi presidente
do Conselho Municipal de Intendência, elegendo o médico Dr. Tomaz Duarte como
Intendente em 1927.

3 - SEBASTIÃO XAVIER
Comerciante e lider político durante os embates entre UDN e PSD nas décadas de 50 e 60, perdeu uma eleição em que seu candidato era franco favorito, devido ao o episódio dos Botinas Amarelas:


José Seronni, do PSD, perde as eleições para Ataíde Borges devido ao episódio
dos Botinas Amarelas. Segundo ele, Zé Gosé, um terceiro candidato da esquerda,
lançou o boato que o médico José Seronni, favorito para ganhar as eleições no começo
da década de 60, não gostava dos trabalhadores rurais, que eram maioria naquele período.
Aí a turma da UDN, que majoritariamente era do campo, dominada por fazendeiros,
colocaram em seus veículos uma grande botina amarela e a campanha pegou,
sendo virada nos últimos dias, levando a primeira vitória de Ataíde Rodrigues Borges.

Sebastião Xavier


Nasceu em Morrinhos em 18 de maio de 1898, filho de Franklin José da Costa
Xavier e Dona Beralda Maria Carrilha. Morreu em 13 de fevereiro de 1980. Teve sete
filhos: Sebastião Xavier Júnior, Aparecida Xavier Seronni, Franklin Xavier, Teresinha
de Lourdes Xavier, Maria Clara Xavier – Clarinha, Sônia Maria Xavier e José Xavier.
Veio para Itumbiara em 1918, casando-se com dona Aracy Cotrim, filha do
Major Rogério Prates Cotrim. Tinha pouca formação escolar e no início vendia pé
de-moleque. Em 1922 inaugurou uma casa comercial no ramo de secos e molhados,
depois tecidos e após de derivados de petróleo. Também como comerciante, inaugurou
na década de 40 a primeira revenda de veículos no município, da marca Chevrolet.
Assumiu a presidência do Partido Social Democrático no município na década
de 50, foi candidato a deputado estadual, constituindo-se um dos grandes líderes
até a eleição de seu filho Sebastião Xavier Júnior para Prefeito no Período Militar.
Era um soldado de Pedro Ludovico em Itumbiara e, muito influente, nomeava
as autoridades por aqui.
Guardava o dinheiro em casa. Foi dono de 4 alqueires do outro lado do Rio
Paranaíba. Usava óculos, camisas de linho importadas e botina de pelica.

4 - ATAÍDES RODRIGUES BORGES
Sua primeira derrota foi para João Rocha -PSD no final da década de 50 e depois na década de 1970 começou sua decadencia política, após duas vitórias para prefeito e 3 para deputado estadual.

Nasceu em 02/06/1929. Quando seus negócios comerciais iam mal, entrou na
política para ser prefeito pela primeira vez pela UDN, em 1960, com 31 anos, governando
até 1965. Após deixar a Prefeitura, elege-se deputado Estadual pela ARENA por
volta de 1967 e volta a ser prefeito em um mandato tampão de 3 anos, entre janeiro de
1970 e janeiro de 1973, então com 41 anos de idade. Novamente após deixar a prefeitura
volta a ser deputado estadual. Falece pobre em 1999.
Comentam alguns contemporâneos sobre Ataíde Borges que sua morte política
começou quando teria tido um relacionamento amoroso com uma irmã religiosa
– fato negado por seus correligionários – atraindo a antipatia da Igreja Católica local,
que se uniu para derrotá-lo nas urnas.

5 - LUIZ BARRETO DE MENEZES NETO
Um dos maiores nomes da politica em Itumbiara, foi vereador, secretário de Estado, deputado Estadual, presidente de estatal em Goiás e por pouco não se tornou governador de Goiás no início da década de 1970. Perdeu a indicação para o grupo dos Caiado, embora fosse o preferido do então governador Otávio Lage. Morreu em 2012 na cidade de Goiânia.
Em 03 de outubro de 1965, Otávio Lage de Siqueira, natural de Buriti Alegre,

vence as eleições (coligação UDN-PSP-PTB) com 180.962 votos, contra 176.809
votos de José Peixoto da Silveira (PSD). Em seu governo, o itumbiarense Luiz Barreto
Correia de Menezes Neto teve participação ativa, sendo um dos três nomes sugeridos
para suceder o governador, fato que não ocorreu pelo veto vindo de Brasília. Antes
o Governador desejava nomear Luiz Menezes para prefeito de Goiânia, mas Brasília
novamente escolheu Leonino de Ramos Caiado. Em 13 de setembro de 1967, criou a
empresa SANEAGO – Saneamento de Goiás S.A.
Enquanto isso no Brasil tivemos o governo de Costa e Silva em 1965 e depois
Médici. Leonino de Ramos Caiado (ARENA) foi eleito através de eleição indireta em
03 de outubro de 1970. Luiz Menezes (ARENA) e Clepino Araújo (MDB) estavam entre
os deputados que conduziram o governador na Assembleia para prestar juramento.

Luiz Barreto Correia de Menezes Neto

Engenheiro Químico formado pela Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro,
foi também agropecuarista. Nasceu em 17 de abril de 1930 em Itumbiara-GO.
Exerceu os cargos de Secretário de Estado da Agricultura no governo Ribas
Júnior – 1965/1966. Em 1966 foi Secretário de Estado da Agricultura do governo Otávio
Lage. Foi Secretário de Estado do Interior e Justiça no Governo Otávio Lage, 1966-
1970. Deputado Estadual da ARENA entre 1971 a 1975 e novamente Secretaria de
Estado da Agricultura no governo Irapuã Costa Júnior 1975 a 1979.
Na sucessão de Otávio Lage, compôs a lista de candidatos a Governador. Embora
preferido por Otávio Lage, não foi indicado pelo Planalto para eleição indireta
pela Assembleia Legislativa. Foi diretor da FAEG e presidente da estatal Goiás Carne
por 15 anos, atuando ainda como Presidente da Câmara Municipal entre 30/09/1961
a 31/01/1963.

6 - MODESTO DE CARVALHO
Modesto de Carvalho


Nasceu em 01/04/1933 e faleceu em 04/06/1978 com 45 anos de idade. Foi
vice-prefeito na chapa de Sebastião Xavier Júnior em 1965, quando tinha 32 anos.
Entre o final da década de 50 e início da década de 60, Modesto de Carvalho
esteve fora de Itumbiara, ora trabalhando no serviço de terraplanagem da construção
de Brasília, ora trabalhando na obra da construção da Rodovia Belém-Brasília. Ao
voltar para Itumbiara, dedica-se a ao comércio de combustíveis, às margens da BR 153.
Vence as eleições em 1972, tornando-se prefeito em 1973 com 40 anos de idade.
Apesar de muito querido na cidade e de ser um prefeito realizador de obras, teve
seu fim político quando não mais pôde influenciar, dando opiniões ao seu sucessor
Radivair Miranda Machado, ex-secretário municipal, também do MDB, que vai governar
Itumbiara de 1977 a 1982.

7 - LUIZ MOURA
A primeira derrota foi para Cairo Batista nas eleições de 1996 e a outra foi quando da sua cassação em outubro de 2004.
O médico mineiro Luiz Gonzaga Carneiro de Moura termina seu ciclo de

Poder em 2004 quando renuncia ao mandato de prefeito para não ser cassado pela Câmara
de Vereadores, determinando o fim de um período que começou bem em 1989 e
terminou muito mal em outubro de 2004.
Luiz Gonzaga Carneiro de Moura


Nasceu em 21 de fevereiro de 1939 em Santa Bárbara, MG e faleceu em
16/03/2010 em Itumbiara – GO. Filho de Sebastião Barros de Moura e Maria Carneiro
de Moura. Casou-se com Maria Divina Serradourada de Moura, tendo cinco filhos:
Cristiane, Andréia, Luciano, Rachel e Pedro Paulo.
Formado em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais, ele foi
presidente da Associação Médica de Itumbiara, diretor da extinta OSEGO e se tornou
membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.
Luiz Moura ingressou na política em 1982, quando disputou vaga na Câmara
Municipal de Itumbiara, tendo sido o vereador mais votado, com 1.862 votos. Elegeu-se
prefeito da cidade em 1989-1992 com mais de 16 mil votos, fez uma administração
considerada modelo no Sul do Estado e ganhou projeção estadual. Era amigo e correligionário
do senador Marconi Perillo (PSDB). Em 1998, Luiz Moura conquistou vaga na Assembleia
Legislativa, para o mandato de 1999-2002, mas em 2000 renunciou ao mandato para assumir
cargo de Prefeito pela segunda vez pelo PSDB na gestão 2001-2004.
Exerceu ainda os cargos de Presidente da Comissão Provisória do PSDB de Itumbiara.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

CALCULO DO IPTU 2013 EM ITUMBIARA - TERRENOS E PREDIOS

Conforme ainda o Codigo Tributario Municipal (Lei complementar 019/2001) e Lei 4299/2012 que disciplina a Planta de Valores dos Imóveis em Itumbiara, para calculo do IPTU 2013, são utilizadas ainda as seguintes aliquotas:

1 - Tipo - Imovel Comercial 0,80% (calculo similar a imovel predial - troque somente a aliquota)

2 - Terreno - 1,5%

3 - Terrenos sem infraestrutura - 0,75% (aliquota criada em 2012)

SIMULAÇÃO PARA O CALCULO DE TERRENO

Terreno com 340,4 m2 localizado no PV 2 (Ver tabela - Planta de Valores de Terrenos)

Valor venal = 340,4 x 110,75 = R$ 37.699,30
aliquota 1,5%

Valor do IPTU 2013 R$ 37.699,30 x 1,5 = R$  565,48
Valor da taxa de expediente                         R$      7,00
Valor estimada COSIP                                R$     27,48

TOTAL A PAGAR                                    R$    599,96
Pagamento com desconto 10% a vista         R$   539,97
Parcelado em até 6 x  R$ 99,99 (permitido o parcelamento em até 6 parcelas)


SIMULAÇÃO DE CÁLCULO PARA APARTAMENTOS EM PRÉDIOS

1 - AREA TOTAL DO TERRENO   720 M2
2 - AREA CONSTRUÍDA TOTAL   3500 M2
3 - AREA DO APARTAMENTO        100 M2

a) divida a area total do APARTAMENTO 100 pela area construida total 3500
b) multiplique a fração encontrada pela ÁREA TOTAL DO TERRENO
c) multiplique o valor encontrado (b) pelo PV de localização do predio (anexo I) 20,57 M2 X 384,90 (Beira Rio)
Valor venal terreno R$ 7.917,94

d) encontre o intervalo de pontos para a construção (anexo III) e ache o valor da construção 100 m2 x 646,69 (melhores construções)
Valor venal da construção R$ 64.669,00

Valor venal total = Terreno mais construção R$ 72.586,94
Aliquota 0,5
Valor do IPTU 2013  R$ 362,93
Taxa de expediente              7,00
total                          R$   369,93

Pagamento a vista com desconto 10%  R$ 332,94
ou em até 6 parcelas de R$ 61,65


CALCULO DO IPTU 2013 EM ITUMBIARA - VEJA COMO CALCULAR

PARA CALCULAR O VALOR DO IPTU 2013 - TENHA EM MÃOS OS SEGUINTES DADOS
(disponível no Carnê do IPTU 2012)
EXEMPLO PARA SIMULAÇÃO DO CÁLCULO
Tipo de Imposto: PREDIAL
1 - Área do Terreno  340,4 M2
(ANEXO I) Tabela  PV 2 - R$ 110,75 por m2 (De acordo com o Bairro que voce mora - veja localização através de PV - Tabela abaixo)
VALOR VENAL DO TERRENO  340,4 X 110,75 = R$ 37.699,30

2 - Área de Construção 192,83 M2
ANEXO III - Intervalo 076 a 080 - passou de R$ 229,07 em 2012 para  R$ 241,73 em 2013
VALOR DA CONSTRUÇÃO R$ 192,83 X 241,73 =  R$ 46.612,80
VEJA O VALOR NO ANEXO III - TABELA CONSTRUÇÃO (Avalia o m2 de construção de acordo com as condições do imovel)

3 Valor venal do Imovel (R$ 84.312,10) - deve corresponder no máximo a 70% do valor de mercado
TERRENO R$ 37.699,30 + R$ 46.612,80 CONSTRUÇÃO

4 - Alíquota Predial - 0,50%
R$ 84.312,10 X 0,05 = R$ 421,56
Taxa de Expediente R$ 7,00

Valor do IPTU a pagar R$ 428,56
Pagamento único a vista com 10% desconto R$  385,71
ou em até 06 parcelas de R$ 71,42 sem descontos (permitido parcelamento em até 6 parcelas)

(para saber em qual intervalo de pontos seu imovel está enquadrado (parte da construção), pegue no carne de 2012  o valor venal do imposto e subtraia do valor encontrado da base de calculo do terreno)
Exemplo: Valor venal do imovel em 2012 R$ 63.014,17
subtraia o valor do terreno em 2012  - 340,4 x 55,36=  18.844,54
Total atribuido a construção (63.014,17 - 18.844,54) ´e igual R$ 44.169,63 dividido pela metragem da construção 192,83 m2 é igual a R$ 229,06 - corresponde ao intervalo de 076 a 080 na tabela de construção
Para saber diretamente, pode se informar na receita municipal

 VEJA TABELAS ATUALIZADAS

Anexo 1




PLANTA DE VALORES GENÉRICOS DE TERRENOS





ANO BASE..: 2011

EXERCÍCIO.: 2012

AJUSTADO.: 2013



PLANTA DE VALORES (P.V.) ÁREA

P.V. 01 - R$ 128,30 Testada da Av. Beira Rio, entre o Córrego

(R$ 46.192,47) das Pombas e Ribeirão Trindade.

M² : R$ 384,90

Vr. Ajustado: R$ 138.577,41

____________________________________________________________________

P.V. 02 – R$ 55,36 Parte do Bairro Alto da Boa Vista, da Rua

(R$ 19.935,68) Carlos Gomes até Rua João Henrique Duarte, entre Av. José Olímpio Xavier e Náutico Clube.

M² : 110,75

Vr. Ajustado: R$ 39.871,36

____________________________________________________________________

P.V. 03 - R$ 55,36 Parte do Bairro Alto da Boa Vista e parte do

(R$ 19.935,68) Centro - do Ribeirão Trindade até Av. José Olímpio Xavier, entre Av. Planalto, Av. Paranoá e Travessa Jk.

M² : 110,75

Vr. Ajustado: R$ 39.871,36

_________________________________________________________________________________________

P.V. 04 - R$ 55,36 Testada da Av. Beira Rio, entre Córrego das

(R$ 19.935,68) Pombas e Rua Alagoas.



M² : 110,75

Vr. Ajustado: R$ 39.871,36



P.V. 05 - R$ 23,88 Parte do Bairro Senador Pedro Ludovico

(R$ 8.601,51) Teixeira - do Córrego das Pombas até Rua Alagoas, entre Rua Marlene da Silva e Rua José A. Ribeiro.

M² : R$ 59,70

Vr. Ajustado: R$ 21.503,77

____________________________________________________________________

P.V. 06 - R$ 23,88 Testada da Av. Calixto Jorge, entre o

(R$ 8.601,51) Córrego das Pombas e Av. Beira Rio.

M² : R$ 59,70

Vr. Ajustado: R$ 21.503,77

____________________________________________________________________

P.V. 07 - R$ 14,56 Parte do Bairro Nova Aurora da Rua

(R$ 5.246,85) Morrinhos até o Rio Paranaíba, Ruas Paraná, Alagoas e Av. Rio Grande do Sul.

M² : R$ 36,40

Vr. Ajustado: R$ 13.117,12

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P.V. 08 - R$ 37,53 Parte do Bairro Jardim América Rua

(R$ 13.517,65 ) Anchieta até Rua Sara kubistchek, entre o Córrego dos Buritys e Ruas Guanabara, Salgado Filho e Wilson Barbosa.

M² : R$ 75,06

Vr. Ajustado: R$ 27.035,30

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P.V. 09 - R$ 37,53 Testada da Av. JK, da Av. Afonso Pena até

(R$ 13.517,25) o Córrego das Pombas e Ruas Major Militão, México, Pernambuco e Travessa Borges.

M² : R$ 75,06

Vr. Ajustado: R$ 27.035,30

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P.V. 10 - R$ 25,65 Parte do Bairro Jardim América da Rua

(R$ 9.238,48) Major Militão até a Rua Guanabara, entre a Rua Wilson Barbosa e Av. JK. Parte do Bairro da Luz, Av. Washington Luiz até Rua Divinópolis, entre Rua Timbiras até o encontro da Rua Divinópolis com Av. Washington Luiz.

M² : R$ 51,30

Vr. Ajustado: R$ 18.476,96

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P.V. 11 - R$ 10,12 Parte do Bairro Karfan, do Córrego dos

(R$ 3.646,76) Buritys até Av. Transbrasiliana, entre a Rua Oscar Cardoso e Córrego das Pomba.

M² : R$ 30,36

Vr. Ajustado: R$ 10.940,28









P.V. 12 - R$ 25,65 Parte do Bairro Afonso Pena, entre a Rua

(R$ 9.238,48) Timbiras, Av. Washington Luiz e Av. Oswaldo Cruz.

M² : R$ 51,30

Vr. Ajustado: R$ 18.476,96



____________________________________________________________________

P.V. 13 - R$ 25,65 Parte do Bairro Afonso Pena, Av.

(R$ 9.238,48) Presidente Dutra até Rua Men de Sá, entre Ruas Timbiras e Bororós.

M² : R$ 51,30

Vr. Ajustado: R$ 18.476,96

____________________________________________________________________

P.V. 14 - R$ 25,65 Parte do Bairro da Luz - Rua Tamoios até

(R$ 9.238,48) Av. da Luz, da Av. Washington Luiz até Rua Tamoios Parte do Bairro Afonso Pena, entre as Ruas Bororós, Men de Sá, Bela Vista, Tupi, Boa Vista, Amélio Marques, Palmeiras e Av. Washington Luiz.

M² : R$ 51,30

Vr. Ajustado: R$ 18.476,96

___________________________________________________________________

P.V. 15 - R$ 25,65 Parte do Bairro da Luz - da Rua

(R$ 9.238,48) Timbiras até Av. Oswaldo Cruz, entre Avenidas Porto Seguro e Washington Luiz.

M² : R$ 51,30

Vr. Ajustado: R$ 18.476,96

____________________________________________________________________

P.V. 16 - R$ 9,06 Parte do Bairro Jardim Liberdade, entre o

(R$ 3.262,64) Ribeirão Trindade e as Ruas Canápolis e Divinópolis, entre Av. Perimetral Norte e Rua Monte Alegre. Parte do Bairro São Sebastião, entre a Rua A e Av. Perimetral Norte, entre a Av. Oswaldo Cruz Rua F, Rua M e Córrego dos Buritys, Wilsina Barbosa

M² : R$ 28,99

Vr. Ajustado: R$ 10.440,44

____________________________________________________________________

P.V. 17 - R$ 25,65 Parte do Bairro Social - da Rua Santa

(R$ 9.238,48) Helena até Rua Monte Alegre, entre Av. da Saudade e Rua Canápolis.

M² : R$ 50,10

Vr. Ajustado: R$ 18.476,96

P.V. 18 – R$ 28,35 Parte do Bairro Social - da Rua Leopoldo de

(R$ 10.210,96) Bulhões até Rua Santa Helena, entre a Rua Major Rogério e Ribeirão Trindade.





M² : R$ 56,70

Vr. Ajustado: R$ 20.421,92

____________________________________________________________________

P.V. 19 - R$ 25,65 Parte do Bairro Rodoviário - Av. Presidente

( R$ 9.238,48) Tancredo de Almeida Neves e Rua Mariano Hungria, entre as Ruas Uruguai e Guanabara, Ruas Guarani e São João. Testada da Av. Oswaldo Cruz entre a Rua F e Av. Tancredo de Almeida Neves. Testada da Av. Washington Luiz entre Rua F e Av. da Saudade.

M² : R$ 51,30

Vr. Ajustado: R$ 18.476,96

____________________________________________________________________

P.V. 20 - R$ 11,05 Parte do Bairro Rodoviário e do Bairro São

(R$ 3.982,26 ) Sebastião - da Rua F até Rua Osvaldo Volgarine entre Ruas M, Vasco da Gama e G, Parte do Bairro Buritys - do Córrego dos Buritys até Rua Sebastião Xavier, entre as Ruas 72 e Juscelino Kubistchek.



M² : R$ 33,15

Vr. Ajustado: R$ 11.946,78

____________________________________________________________________

P.V. 21 - R$ 25,65 Testada da Av. Oswaldo Cruz, entre Trevo

(R$ 9.238,48) São João e Av. Tancredo de Almeida Neves. Av. Tancredo de Almeida Neves e Rua Mariano Hungria, entre a Rua Guanabara e Av. Oswaldo Cruz.

M² : R$ 51,30

Vr. Ajustado: R$ 18.476,96

____________________________________________________________________

P.V. 22 - R$ 9,06 Parte do Bairro Jardim Liberdade, entre as

(R$ 3.262,64) Ruas Canápolis, Monte Alegre, Divinópolis, Timbiras, Av. Porto Seguro, Av. Perimetral Norte, Ruas Divinópolis e Luiz Antônio Rosa.

M² : R$ 28,99

Vr. Ajustado: R$ 10.440,44

P.V. 23 - R$ 9,06 Parte do Bairro Santa Rita, entre a R

(R$ 3.262,64) Araguari e Av. Celso Maeda e Av. Perimetral Norte, Isaura Lemes, e os Conjuntos

Habitacionais Celma d’e Angelis, Alcides

Rodrigues, Dionária Rocha, Dona Olinta

Soares Guimarães e Abadia Cândida de

Oliveira.Conjunto, Morada dos Sonhos, Juca Arantes I-II-III, Ipiau e Dona Guri Rodrigues

M² : R$ 28,99

Vr. Ajustado: R$ 10.440,44

____________________________________________________________________

P.V. 24 – R$ 9,06 Parte do Bairro Buritys - da Av. Mauro

(R$ 3.262,64) Borges até o Córrego dos Buritys, entre a Rua 72 e Av. Perimetral Norte.

M² : R$ 28,99

Vr. Ajustado: R$ 10.440,44

____________________________________________________________________

P.V. 25 - R$ 28,34 Testada da BR 153, da Serralheria Mapal

(R$ 10.206,09) até o Trevo com a BR 452.



M² : R$ 56,68

Vr. Ajustado: R$ 20.412,18

_

___________________________________________________________________

P.V. 26 - R$ 28,34 Testada da BR 153, do Trevo com Av.

(R$ 10.206,09) Afonso Pena até Fujiwara Hisato S/A.



M² : R$ 56,68

Vr. Ajustado: R$ 20.412,18

_

___________________________________________________________________

P.V. 27 - R$ 25,16 Parte do Bairro Rodoviário da Rua A até Av.

(R$ 9.058,58) Afonso Pena, entre Córrego dos Buritys e Ruas Bandeirantes e Uruguai. Parte do Bairro Paranaíba, entre Av. Tiradentes, Ruas Vicente Felipe, 29, Morumbi, 27, Olivia Garcia Fagundes, Pio XII, Av. Anhanguera, Ruas 23, 30, 29, e Córrego Água Suja.

M² : R$ 50,32

Vr. Ajustado: R$ 18.117,16

_____________________________________________________________________________

P.V. 28 - R$ 25,15 Testada da Av. Castelo Branco, entre Trevo

(R$ 9.058,58) da BR 153 e Rua 200.

M² : R$ 50,30

Vr. Ajustado: R$ 18.117,16



____________________________________________________________________

P.V. 29 - R$ 9,06 Bairros São João e Nossa Senhora da

(R$ 3.262,64) Saúde, da Cagigo até Av. 12 de outubro.



M² : R$ 28,99

Vr. Ajustado: R$ 10.440,44

____________________________________________________________________

P.V. 30 – R$ 56,36 Testada da Av. Afonso Pena, da Av.

(R$ 20.295,51) Oswaldo Cruz até o Trevo com BR 153.



M² : R$ 112,72

Vr. Ajustado: R$ 40.591,02

____________________________________________________________________

P.V. 31 - R$ 56,36 Testada da Av. Afonso Pena, da Av. Jk até

(R$ 20.295,51) Av. Oswaldo Cruz.



M² : R$ 112,72

Vr. Ajustado: R$ 40.591,02

____________________________________________________________________

P.V. 32 - R$ 91,57 Testada da Av. Afonso Pena, entre Rua

(R$ 32.966,83) Major Rogério e Av. JK.



M² : R$ 183,14

Vr. Ajustado: R$ 65.933,66

____________________________________________________________________

P.V. 33 - R$ 91,57 Parte do Centro, entre as Ruas Leopoldo de

(R$ 32.966,83) Bulhões, Marechal Deodoro, Benjamin Constant, Ribeirão Trindade, Av. Planalto e Major Rogério.

M² : R$ 183,14

Vr. Ajustado: R$ 65.933,66

____________________________________________________________________

P.V. 34 – R$ 91,57 Parte do Centro, entre a Rua Padre Félix,

(R$ 32.966,83) Ribeirão Trindade, Rua Santa Rita, Marechal Deodoro, Rui de Almeida e Paranaíba.

M² : R$ 183,14

Vr. Ajustado: R$ 65.933,66

____________________________________________________________________

P.V. 35 – R$ 108,04 Parte do Centro, entre as Ruas Benjamin

(R$ 38.898,91) Constant, Marechal Deodoro, Santa Rita e Ribeirão Trindade.



M² : R$ 216,08

Vr. Ajustado: R$ 77.797,82



____________________________________________________________________

P.V. 36 – R$ 91,57 Parte do Centro, entre as Ruas Benjamin

(R$ 32.966,83) Constant e Paranaíba, entre as Ruas Marechal Deodoro e João Manoel de Souza.

M² : R$ 183,14

Vr. Ajustado: R$ 65.933,66

____________________________________________________________________

P.V. 37 – R$ 91,57 Parte do Centro, entre as Ruas Padre Félix,

(R$ 32.966,83) Paranaíba, 15 de Novembro, Tiradentes, Dr. Mário Guedes, Goiás, Córrego Água Suja, Av. Beira Rio e Ribeirão Trindade.

M² : R$ 183,14

Vr. Ajustado: R$ 65.933,66

____________________________________________________________________

P.V. 38 - R$ 91,57 Parte do Centro da Rua Rui de Almeida até

(R$ 32.966,83) 15 de Novembro, entre as Ruas Tiradentes e Paranaíba.



M² : R$ 183,14

Vr. Ajustado: R$ 65.933,66

____________________________________________________________________

P.V. 39 – R$ 91,57 Parte do Centro, entre as Ruas Rui de

(R$ 32.966,83) Almeida, Paranaíba e Tiradentes.



M² : R$ 183,14

Vr. Ajustado: R$ 65.933,66

____________________________________________________________________

P.V. 40 – R$ 108,04 Testada da Rua Paranaíba, entre a Rua Dr.

(R$ 38.898,91) Mário Guedes e Rua João Manoel de Souza.



M² : R$ 216,08

Vr. Ajustado: R$ 77.797,82

____________________________________________________________________

P.V. 41 – R$ 32,71 Parte do Bairro Santa Ines, entre as Ruas

(R$ 11.781,50) Goiás, Dr. Mário Guedes, Tiradentes, João Manoel de Souza e Córrego Água Suja.

M² : R$ 65,42

Vr. Ajustado: R$ 23.563,00

____________________________________________________________________

P.V. 42 – R$ 18,77 Parte do Bairro Brasília, da Rua Floriano

(R$ 6.763,54 ) Peixoto até a Rua Padre Antônio Vieira.



M² : R$ 37,54

Vr. Ajustado: R$ 13.527,08



____________________________________________________________________

P.V. 43 - R$ 18,77 Parte do Bairro Brasília, entre o Córrego

(R$ 6.763,54 Água Suja, Rua cachoeira Dourada e Rua Padre Antônio Vieira.



M² : R$ 37,54

Vr. Ajustado: R$ 13.527,08

____________________________________________________________________

P.V. 44 - R$ 18,77 Parte dos Bairros Santa Inês e Paranaíba,

(R$ 6.763,54) entre as Ruas João Manoel de Souza, Cachoeira Dourada, Mangabeira, 32, 21, e Córrego Água Suja.



M² : R$ 37,54

Vr. Ajustado: R$ 13.527,08

_____________________________________________________________________________

P.V. 45 - R$ 18,77 Parte dos Bairros santa Inês e Paranaíba,

(R$ 6.763,54) entre as Ruas Mangabeiras, Goiás, João da cruz, Av. Anhanguera, Ruas 23, 30 e Vânia Dantas Soares.

M² : R$ 37,54

Vr. Ajustado: R$ 13.527,08

____________________________________________________________________

P.V. 46 - R$ 18,77 Parte do Bairro Santa Inês, entre as Ruas

(R$ 6.763,54) Tiradentes, Paranaíba, João da Cruz, Goiás, Mangabeira, Cachoeira Dourada e João Manoel de Souza.

M² : R$ 37,54

Vr. Ajustado: R$ 13.527,08

____________________________________________________________________

P.V. 47 - R$ 88,09 Testada da Rua Paranaíba, entre Ruas João

(R$ 31.717,21) Rodrigues Jota e João Manoel de Souza.





M² : R$ 132,13

Vr. Ajustado: R$ 47.575,81

____________________________________________________________________

P.V. 48 – R$ 39,15 Parte dos Bairros Santos Dumont e

(R$ 14.100,84) Paranaíba, entre a Rua João Rodrigues Jota, Av. Santos Dumont e Av. Anhanguera.



M² : R$ 78,30

Vr. Ajustado: R$ 28.201,68

____________________________________________________________________

P.V. 49 – R$ 39,15 Parte do Bairro Santos Dumont, da Rua

(R$ 14.100,84) João Rodrigues Jota até a Rua João Manoel de Souza, entre as Ruas Paranaíba e Santos Dumont.

M² : R$ 78,30

Vr. Ajustado: R$ 28.201,68

____________________________________________________________________

P.V. 50 – R$ 39,15 Parte dos Bairros Santos Dumont e Social,

(R$ 14.100,84 da Rua João Rodrigues Jota até Rua da Maquina, entre as Ruas 12, Leopoldo de Bulhões e Av. Santos Dumont.

M² : R$ 78,30

Vr. Ajustado: R$ 28.201,68

____________________________________________________________________

P.V. 51 - R$ 65,43 Parte do Centro, da Rua Leopoldo de

(R$ 23.558,15) Bulhões até Rua Benjamin Constant, entre a Rua João Manoel de Souza e Ribeirão Trindade.



M² : R$ 130,86

Vr. Ajustado: R$ 47.116,30

____________________________________________________________________

P.V. 52 - R$ 29,68 Parte do Bairro Trindade, da Rua Leopoldo

(R$ 10.687,47) de Bulhões até o Estádio do Goiasinho, entre o Ribeirão Trindade e Rua João Ribeiro filho.

M² : R$ 59,36

Vr. Ajustado: R$ 21.374,94

____________________________________________________________________

P.V. 53 – R$ 25,65 Parte do Bairro Santos Dumont da Rua 17

(R$ 9.238,48) até Rua João Rodrigues Jota, entre a Rua 13 e Av. Santos Dumont.



M² : R$ 51,30

Vr. Ajustado: R$ 18.476,96

____________________________________________________________________

P.V. 54 - R$ 25,65 Parte do Bairro Santos Dumont da Rua João

(R$ 9.238,48) Ribeiro Filho até as Ruas 13 e João Rodrigues Jota, entre as Ruas Amaro Leite e 12.

M² : R$ 51,30

Vr. Ajustado: R$ 18.476,96



____________________________________________________________________

P.V. 55 - R$ 25,65 Parte dos Bairros Trindade e Novo

(R$ 9.238,48 ) Horizonte, entre o Ribeirão Trindade e as Ruas Itarumã Urussanga, 17, Amaro Leite e João Ribeiro Filho até o Estádio do Goiasinho.

M² : R$ 51,30

Vr. Ajustado: R$ 18.476,96

____________________________________________________________________

P.V. 56 – R$ 20,12 Parte do Bairro Novo Horizonte da Rua 17

(R$ 7.244,91) até Rua Três Marias entre as Ruas Itarumã e Piracanjuba.





M² : R$ 40,24

Vr. Ajustado: R$ 14.489,82

____________________________________________________________________

P.V. 57 - R$ 21,78 Parte do Bairro Novo Horizonte da Rua

(R$ 7.922,89) Piracanjuba até Av. Santos Dumont, entre as Ruas Pio XII e 17.



M² : R$ 43,56

Vr. Ajustado: R$ 15.845,78

____________________________________________________________________

P.V. 58 - R$ 48,62 Testada da Av. Modesto de Carvalho, da

(R$ 17.504,50) Rua Itaberai até Dom Pedro I.





M² : R$ 97,24

Vr. Ajustado: R$ 35.009,00

____________________________________________________________________





P.V. 59 – R$ 20,12 Parte do Bairro Planalto, da Rua Alvorada

(R$ 7.244,91 ) até Rua Pio XII, entre a Rua Papa Paulo VI e Av. Santos Dumont.



M² : R$ 40,24

Vr. Ajustado: R$ 14.489,82

____________________________________________________________________

P.V. 60 - R$ 20,12 Parte do Bairro Planalto entre as Ruas

(R$ 7.244,91) Londrina, Itarumã, Papa Paulo VI e Bercholina.



M² : R$ 40,24

Vr. Ajustado: R$ 14.489,82



____________________________________________________________________

P.V. 61 - R$ 20,12 Parte do Bairro Planalto, da Rua João

(R$ 7.244,91) Ribeirão Filho até Dom Pedro I, entre as Ruas José Vargas, Itarumã, Francisco Domingos da Costa e AV. Modesto de Carvalho.

M² : R$ 40,24

Vr. Ajustado: R$ 14.489,82

____________________________________________________________________

P.V. 62 - R$ 18,77 Parte dos Bairros Novo Horizonte e Planalto,

(R$ 6.763,54) entre a Rua João Ribeiro Filho, Rua Itarumã Av. Francisco Domingos da Costa.

M² : R$ 37,54

Vr. Ajustado: R$ 13.527,08

____________________________________________________________________

P.V. 63 - R$ 20,26 Vila Vitória I, Vila Vitória II e Jardim Nova

(R$ 7.293,54) Itumbiara.



M² : R$ 40,52

Vr. Ajustado: R$ 14.587,08

____________________________________________________________________

P.V. 64 - R$ 18,77 Bairros Jardim Leonora, Cidade Jardim e

(R$ 6.763,54) Jardim Leonora II



M² : R$ 37,54

Vr. Ajustado: R$ 13.527,08







P.V. 65 – R$ 3,33 Vila Mutirão, Jardim Adelaide e Dom Veloso

(R$ 1.205,85)



M² : R$ 29,97

Vr. Ajustado: R$ 10.852,65

____________________________________________________________________

P.V. 66 – R$ 3,61 Bairro Dona Marolina, Prefeito José Moisés,

(R$ 1.376,03) Remy Martins e Ladário Cardoso de Paula



M² : R$ 27,07

Vr. Ajustado: R$ 10.320,22

____________________________________________________________________

P.V. 67 - R$ 20,12 Testada da Av. Modesto de Carvalho, da

(R$ 7.244,91) Rua Dom Pedro I até o Trevo com a BR 452.



M² : R$ 40,24

Vr. Ajustado: R$ 14.489,82



____________________________________________________________________

P.V. 68 - R$ 6,24 Diagri - Distrito Agro-Industrial de Itumbiara-

(R$ 2.252,87) Setor Norte.

Área destinado a Instalação de Em-

presas – Incentivos Fiscais

____________________________________________________________________

P.V. 69 - R$ 20,12 Setor Paranaíba - Loteamento Ferreira da

(R$ 7.244,91) Costa.



M² : R$ 40,24

Vr. Ajustado: R$ 14.489,82

____________________________________________________________________

P.V. 70 - R$ 6,70 Parte do Bairro Novo Horizonte da Rua

(R$ 2.416,59 Olhos D’água até Rua Itarumã, entre a Rua João Ribeiro Filho e Ribeirão Trindade, Ernestina Borges de Andrade

M² : R$ 30,15

Vr. Ajustado: R$ 10.874,65

____________________________________________________________________

P.V. 71 - R$ 18,78 Parte do Bairro Anhanguera, entre as Ruas

(R$6.763,54) Vicente Felipe, 29 Morumbi, Olivia Garcia Fagundes, Nho Quirino, K e V-11.

M² : R$ 37,56

Vr. Ajustado: R$ 13.527,08

____________________________________________________________________

P.V. 72 – R$ 65,43 Vila de Furnas.

(R$23.558,15)

Área: 1.320,00 m²

M² : R$ 57,11

Vr. Ajustado: R$ 75.386,08

____________________________________________________________________

P.V. 73 - R$ 65,43 Parte do Bairro Brasília, entre o Córrego

(R$23.558,15) Água Suja, Rua Floriano Peixoto e Av. Itumbiara Resid. Jardim Primavera e Jardim Morumbi

M² : R$ 183,20

Vr. Ajustado: R$ 65.962,82

____________________________________________________________________

P.V. 74 - R$ 37,73 Parte do Village Beira Rio, da Av. Carlos

(R$13.590,30) Marques até Rua Quatro, entre Ruas Um e Treze.

Área: 500,00 m²

M² : R$ 67,95

Vr. Ajustado: R$ 33.975,75

___________________________________________________________________

P.V. 75 - R$ 18,75 Parque Imperial.

( R$ 6.758,62)

Área:1.800,00m²

M² : R$ 33,79

Vr. Ajustado: R$ 60.827,58

____________________________________________________________________

P.V. 76 - R$ 18,77 Parte do Village Imperial, entre as Ruas

(R$ 6.763,54) Marico Alves dos Santos Treze e Av. Imperial.

Área:1.800,00m²

M² : R$ 33,82

Vr. Ajustado: R$ 60.871,86

___________________________________________________________________

P.V. 77 - R$ 18,77 Parte do Bairro Nova Aurora, da BR 153 até

(R$ 6.763,54) Av. Calixto Jorge, entre o Córrego das Pombas e Rua Morrinhos.

M² : R$ 37,54

Vr. Ajustado: R$ 13.527,08

____________________________________________________________________

P.V. 78 - R$ 7,68 Parte do Bairro Santa Rita, entre as Ruas

(R$2.771,54) Bandeirantes, 90, Araguari, 6, 21, 1, BR 153 e Av. Perimetral Norte.

M² : R$ 30,72

Vr. Ajustado: R$ 11.086,16

__________________________________________________________________

P.V. 79 – R$ 5,03 Estancia Vale do Paraíso.

(R$1.813,65)



M² : R$ 32,69

Vr. Ajustado: R$ 11.788,72

____________________________________________________________________

P.V. 80 - R$ 5,03 Demais Áreas existentes dentro da

(R$1.813,65) expansão urbana.



M² : R$ 32,69

Vr. Ajustado: R$ 11.788,72



P.V. 81 – R$ 85,56 Testada da Av. Santos Dumont, entre as

(R$ 30.807,94) Ruas Benjamin Constant e Itaberai.



M² : R$ 128,34

Vr. Ajustado: R$ 46.211,91

__________________________________________________________________

P.V. 82 - R$ 0,42 Área da Nestle, próxima a cidade de Bom

(R$ 20.328,00) Jesus – Go

M²: R$ 0,58

Vr. Ajustado: R$ 28.072,00

Alqueire: 48.400 m²

____________________________________________________________________

P.V. 83 - R$ 0,42 Área de Imóveis Rurais Santa Maria e Bom

(R$ 20.328,00) Jardim – Go

M² : R$ 0.58

Vr. Ajustado: R$ 28.072,00

Alqueire: 48.400 m²

____________________________________________________________________

P.V. 84 - R$ 0,50 Demais Áreas Rurais no Município.

(R$ 24.200,00)

M² : R$ 0.58

Vr. Ajustado: R$ 28.072,00

Alqueire; 48.400 m²

____________________________________________________________________

P.V. 85 – R$ 175,82 Condomínio Horizontal Paraíso

(R$ 80.000,00)



____________________________________________________________________

P.V. 86 – R$ 80,00 Loteamento Zenon Borges Guimarães

(R$ 20.000,00)

M² : R$ 40,00

Vr. Ajustado: R$ 10.000,00

____________________________________________________________________

P.V. 87 – R$ 138,88 Residencial Alto do Trindade

(R$ 50.000,00)


________________________________________________________



P.V. 88 – R$ 240,00 Prolongamento do Jardim Morumbi

(R$ 60.000,00)

____________________________________________________________________

P.V. 89 – R$ 80,00 Prolongamento do Santa Maria

(R$ 20.000,00)

____________________________________________________________________



Novos P.Vs.



P.V. 90 – R$ 55,55 m² Loteamento Sonho Verde

(R$ 13.888,00)

Área: 250,00m²



____________________________________________________________________

P.V. 91 – R$ 55,55 m² Loteamento Jardim Flamboyant

(R$ 20.000,00)

Área: 360,00m²



____________________________________________________________________

P.V. 92 – R$ 40,00 m² Loteamento Santa Helena

(R$ 10.000,00)

Área: 250,00m²



____________________________________________________________________

ALQUEIRE: 48.400 M²

M²: R$ 0,582

VR. AJUSTADO: R$ 28.072,00






Conforme a Lei 4299/2012 foi revisada o Anexo I da Planta de Valors Genéricos de Terrenos, para calculo do IPTU e ITBI


ANEXO 3




ANO BASE: 2011

TABELA DE CUSTO DA CONSTRUÇÃO – EXERCÍCIO: 2012

AJUSTE: 2013 (ipca/ibge)

INTERVALO DE PONTOS R$ M2



Ate 010................................................ 0,00 Ajuste

de 011 a 015............................................. 21,60     22,79

de 016 a 020........................................... 43,23       45,62

de 021 a 025........................................... 66,17       69,83

de 026 a 030........................................... 87,79      92,64

de 031 a 035........................................... 109,39   115,44

de 036 a 040........................................... 120,21   126,85

de 041 a 045........................................... 131,01   138,25

de 046 a 050........................................... 163,43   172.46

de 051 a 055........................................... 174,23   183,86

de 056 a 060........................................... 185,44   195,69

de 061 a 065........................................... 196,38   207,23

de 066 a 070........................................... 207,18  218,63

de 071 a 075........................................... 218,13  230,19

de 076 a 080........................................... 229,07  241,73

de 081 a 085........................................... 239,87  253,13

de 086 a 090........................................... 256,62  270,81

de 091 a 095........................................... 270,13  285,06

de 096 a 100........................................... 297,14  313,57

de 101 a 105........................................... 310,64  327,81

de 106 a 110........................................... 324,15 342,07

de 111 a 115........................................... 378,17 399,08

de 116 a 120......................................... 411,33   434,07

de 121 a 125......................................... 469,87  495,85

de 126 a 130......................................... 536,59  566,26

acima de 131.......................................... 612,81  646,69

domingo, 6 de janeiro de 2013

ITUMBIARA BATE AECD POR 7 A 2 NO PRIMEIRO JOGO DE 2013

O time do ITUMBIARA EC fez o primeiro jogo na fase de preparação para o Campeonato Goiano 2013 da primeira divisão e venceu nesta tarde a equipe amadora AECD de Cachoeira Dourada por 7 a 2. No primeiro tempo, utilizando a equipe base para iniciar o campeonato goiano, a equipe fez 3 a 0. O zagueiro Anderson Sefrin de cabeça abriu o placar ao 20 minutos do primeiro tempo. o Atacante Anderson Oliveira fez 2 a 0 aos 40 minutos e ampliou para 3 a 0 aos 44 do primeiro tempo. A equipe iniciou o jogo com:
1 - Rodolpho 2 - João Rodrigo 3 Anderson Sefrin 4 - Fábio Paulista 5 - Welington Leão 6 - Amarildo - 7 Léo Maringá 8 - João Vitor 9 - Itacaré 10 - Esquerdinha 11 Anderson Oliveira.
No segundo tempo a equipe do AECD chegou a encostar no placar com 2 gols do camisa 10 Guilherme, que marcou aos 21 e 24 minutos. Depois, o atacante Luiz André começou a aparecer no jogo e ampliou para 4 a 2 aos 25 minutos. Voltou a ampliar aos 32 minutos e fez o terceiro de penalti aos 45 minutos do segundo tempo. Leandro em jogada individual fechou o placar para o Itumbiara aos 48 minutos do segundo tempo ao driblar toda defesa, inclusive o goleiro. Placar final: Itumbiara 7 a 2.
No segundo tempo foi utilizada a equipe reserva, que atuou com 12 - Vinicius 13 - Rafael Mineiro 14 - Thiago Almeida 15 Claiton 17 Biro Biro 5 - Jair 7 Ismar 16 Leandro 8 Lucas 11 Luiz André 18 Alan Junior.
Não participaram do jogo: Adriano Peixe, que está fazendo tratamento médico e Douglas, que chegou hoje do OESTE de Itápolis.
O elenco do Itumbiara tem 22 atletas contratados e Ismar está em período de teste. Douglas é o 23º jogador a chegar na equipe e mais 3 deverão ser contratados, sendo dois atacantes e mais um meio campista.
Nesta semana foram dispensados 4 atletas, que não foram aprovados pelo técnico Zé Roberto, que deu nota 7 para a equipe neste primeiro treino.

sábado, 5 de janeiro de 2013

FALANDO SOBRE PATRIMÔNIO HISTÓRICO





IDÉIAS DO PROFESSOR LEONARDO BARCI CASTRIOTA SOBRE PATRIMONIO E PRESERVAÇÃO
 
A preservação e o conceito tradicional de patrimônio
Preservação
"manutenção no estado da substância de um bem e a desaceleração do processo pelo qual ele se degrada."
(Carta de Burra, ICOMOS,1980)

 
Concepção restrita e limitada do patrimônio
Patrimônio arquitetônico
"coleção de objetos", identificados e catalogados por peritos, como representantes significativos da arquitetura do passado e, como tal, dignos de preservação, passando os critérios adotados aqui pelo caráter de excepcionalidadeda edificação, àqual se atribuía valor histórico e/ou estético


Patrimônio cultural
produtos da cultura erudita, derivados via de regra de grupos e segmentos sociais dominantes


Tipo de objeto
edificações, estruturas e outros artefatos individuais, invocando-se como razões para sua preservação a excepcionalidadedo bem.
Marco legal
o tombamento, instrumento introduzido no Brasil na década de 30, pensado inicialmente para proteger bens excepcionais
Tipo de ação
predomínio do Estado

Tipo de profissionais envolvidos: majoritariamente arquitetos e historiadores

 
Quando se pensa em preservar, alguém logo aparece falando em patrimônios e tombamentos. Também se consagrou a crença de que cabia ao governo resguardar o que valia a pena. Como? Através de especialistas que teriam o direito (o
poder-saber) de analisar edifícios e de pronunciar veredictos. Esses técnicos praticariam uma espécie de ação sacerdotal. Atribuíam caráter distintivo a um determinado edifício e logo tratavam de sacralizá-lofrente aos respectivos contextos profanos.

(Carlos Nelson Ferreira dos Santos, "Preservar não étombar, renovar não épôr tudo abaixo", 1986)


 
Conceito de patrimônio
ampliação
Patrimônio arquitetônico

 
tanto o conceito de
arquitetura, quanto o próprio campo de estilos e espécies de edifícios considerados dignos de
preservação expandem-se paulatinamente (tripla
expansão desse conceito: cronológica, tipológica e geográfica.

(Françoise Choay)
 
Patrimônio cultural

Antropologia - a noção de
cultura deixa de se relacionar exclusivamente à
chamada cultura erudita, passando a englobar também
as manifestações populares e a moderna cultura de massa.


 
Tipo deobjetodo monumento isolado a grupos de edificações históricas, à paisagem urbana e aos espaços públicos.



 
Patrimônio ambiental urbano
não se pensa apenas na edificação, no monumento isolado, testemunho de um momento singular do passado, mas torna-se necessário, antes de mais nada, perceber as relações que os bens naturais e culturais apresentam entre si, e como o meio ambiente urbano éfruto dessas relações.




Conservação

o termo conservação designaráos cuidados a serem dispensados a um bem para preservar-lhe as características que apresentem uma significação cultural. De acordo com as circunstâncias, a conservação
implicaráou não a preservação ou a restauração, além da manutenção; ela poderá, igualmente, compreender obras mínimas de reconstrução ou adaptação que atendam às necessidades e exigências práticas. (Carta de Burra, ICOMOS, 1980)

complementando o entendimento sobre Patrimônio
Este trabalho pretende mostrar a trajetória do conceito de Patrimônio, desde  as noções iniciais com a Revolução Francesa, depois a mudança para Monumento e e o rápido retorno para novamente Patrimônio, assim como seu uso pelo Estado para construção das identidades nacionais, o alargamento do conceito com novos objetos, chegando até os dias atuais. Procura-se conceituar o Patrimônio e ao mesmo tempo mostrar esta trajetória no decorrer do tempo a partir do século XVIII. Também é levada em consideração a situação do Brasil, que tem no movimento modernista e no Governo Vargas o marco inicial da discussão das ideias sobre Patrimônio.
 
Palavras-chave: Memória, Monumento, Monumento Histórico, Patrimônio, Patrimônio Histórico.
 
INTRODUÇÃO
 
Inicialmente verifica-se que na construção do conceito de Patrimônio, a palavra está ligada a comunidade nos  finais do século XVIII com a Revolução Francesa, quando se procura a destruição dos vestígios que ligavam ao velho regime e também com a guarda de obras em museus, tendo a visão de atribuir um valor simbólico aos bens guardados e sua utilização com a denominação de monumento e monumento histórico. Será acompanhado ainda o desenvolvimento e alargamento do conceito, que inicialmente está ligado a algumas edificações, templos e castelos, se alargando no final do século XX, quando vai englobar outros bens intangíveis.
Além de fixar o conceito de patrimônio, o trabalho em sua segunda parte mostra a trajetória histórica do conceito e conclui mostrando como se dá este desenvolvimento no Brasil, a partir da semana de Arte Moderna em 1922 e da implantação de uma nova política para a conservação do Patrimônio formulada a partir do governo Vargas na década de 30.
 
        
 
1.1 O  que é Patrimônio
 
Quando se falava em patrimônio, originalmente esta palavra estava ligada a estruturas familiares, econômicas e jurídicas de uma determinada sociedade estável, com raízes no tempo e espaço. Com o tempo e diversas variações, o conceito considerado “nômade”,  chega aos dias atuais com uma trajetória diferente, remetendo a uma instituição e a uma mentalidade. (CHOAY,  2001, p. 11).
Era considerado no direito romano, como uma “herança do pai” e podia ser conceituado, segundo (CASTRIOTA, 2009, p. 83), como “complexo de bens que tinham algum valor econômico, que podiam ser objeto de apropriação privada.”
 Já a expressão Patrimônio Histórico, tem como referência um bem destinado ao conjunto de uma comunidade, constituindo-se de uma diversidade de objetos que se conjugam por seu passado em comum, tais como obras e obras primas das belas artes e das artes aplicadas, trabalhos e produtos de todos os saberes (CHOAY, 2001, p. 11).
Inicialmente sua origem no século XVIII está ligada ao desenvolvimento da Revolução Francesa com a visão de atribuir um valor simbólico aos bens guardados em museus, enquanto outros eram destruídos  por sua suposta ligação ao regime passado. Inicialmente tratado como patrimônio, logo em seguida passa a ser denominado como Monumento (CABRAL, 2011, p. 26).
Monumento é visto como objeto cultural universal com a função  de mobilizar a memória  coletiva e afirmar a identidade da nação, enquanto Monumento Histórico é visto como a reconstituição posterior decorrente da ideia da necessidade de conservação. É escolhido pelo valor histórico e/ou artístico, tipologias que seguem inalteradas até o final da Segunda Guerra Mundial. ( 2011, p. 28).
Para (FONSECA, 2005, p. 53), em nome do interesse público, o Estado neste século XVIII assume a proteção legal de determinados bens, simbolicamente capazes de representar a ideia de Nação.
Assim, consideramos que o conceito está ligado a sociedade e as condições que ela encerra, pois a sociedade envolve o que é Patrimônio e o que precisa resguardar.
Historicamente, o termo estava mais ligado a objetos mais restritos e relacionados a vida de todos, como as edificações de Igrejas, de templos, resumindo em vestígios da antiguidade, edificações religiosas da Idade Média e alguns castelos. O Monumento era visto como obra criada pelo homem e edificado com o objetivo de conservar na memória presente e viva para as gerações futuras. (FONSECA, 2005, p. 54).
Com o Renascimento, o Monumento tem modificado o seu significado, passando a incluir toda obra tangível de valor histórico e artístico.
As noções modernas de Patrimônio ocorrem a partir do momento em que surge a ideia de estudar e conservar uma edificação pela razão de ser testemunho da história e/ou obra de arte.
A partir de 1950, o paradigma sobre Patrimônio é alterado, englobando todas as formas de edificar e outros tipos de construções, sejam urbanas, rurais, eruditas, populares e utilitárias, entre outras.
Depois de 1960, o termo definitivamente se generaliza em substituição a Monumento histórico e nos finais do século XX se expande mais ainda, possibilitando englobar bens intangíveis, como práticas, expressões, representações e saberes-fazer. (CABRAL, 2011 p. 28).
 
 
1.2 A perspectiva histórica na construção do Patrimônio
 
 
Inicialmente a noção de patrimônio está ligada a ideia de preservação, tanto envolvendo o papel da memória e  da tradição de se construir identidades coletivas, como também a utilização pelos Estados modernos para reforçar a ideia de Nação. (FONSECA, 2005,  p.51).
Até o século XV, desenvolve-se o sentimento de preservação, através de movimentos isolados dos antiquários, em que os bens são pensados com o caráter artístico de rememoração.
O termo é legitimado a partir do final do século XVIII, quando o Estado assume em nome do interesse público, a proteção legal de determinados bens, capazes de simbolizarem a nação (2005, p. 51) e valor de conhecimento.
Com a evolução do conceito, passa-se ter a ideia da posse coletiva do exercício da cidadania, inspirando então a denominação de Patrimônio, como um conjunto de bens de valor cultural de propriedade do conjunto de cidadãos, que constituem a Nação (2005, p.58)
É neste período que ocorre uma crise do paradigma conceitual até então existente onde os principais valores atribuídos aos bens patrimoniais eram o valor histórico e artístico (2005, p.52).
Já no século XX, o conceito está ligado a bens culturais, sendo que a partir da segunda metade dele, associa-se a outros tipos de bens, ao uso, tipos de edificação, tradições e outros.
As noções modernas  começam a ser destacadas no momento em que se passa estudar e conservar um edifício pela única razão de ser um testemunho da história e/ ou de uma obra de arte (2005, p. 53)
Este fato possibilita duas ações: primeiro em relação ao objeto, que para conservar, não se deve tocar e o outro está ligado a historicidade, onde os valores histórico e artístico caminham juntos.
 
1.3  O conceito de Patrimônio do Brasil
 
            No Brasil, o conceito de Patrimônio tem influência do movimento modernista de 1922 e do governo Vargas,  que convidou intelectuais para defender buscar um identidade coletiva. Representa a criação de uma cultura hegemônica, propiciando a identificação dos cidadãos com a Nação.
            Neste contexto, no conceito de Patrimônio predomina mais o valor estético do que histórico.  As ideias que são trazidas com a Semana da Arte Moderna, falam da modernização do Brasil como um todo e de uma nova linguagem que representasse este movimento moderno. A cidade de Ouro Preto-MG, por exemplo, e vista como um símbolo da identidade nacional, mais pelos valores estéticos em detrimento do valor histórico.
            Este período é marcado pela temática da preservação, com a preocupação  de salvação dos vestígios do passado da Nação,  quando se deve proteger os monumentos e objetos, principalmente do século XVIII, que seria uma manifestação de uma possível civilização brasileira, inclusive com a revalorização do Barroco local em Ouro Preto.
             O Estado, ainda  na década de 30, através de Vargas com o apoio dos intelectuais modernistas, elaboram e incrementam as políticas de preservação do Patrimônio, dentro de uma agenda de construção da identidade nacional. Entre as principais ações, destaca-se em 1933 a consagração de Ouro Preto-MG como monumento nacional e em 1936 a criação do SPHAN – Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Em 1937, dá se o tombamento da cidade, levando em consideração principalmente o valor artístico, olhando os aspectos estéticos em detrimento da história local.
              A partir de 1950, tanto o governo como a sociedade perdem o interesse sobre o assunto patrimônio em razão de um pensamento voltado para o desenvolvimento econômico.
              Na década de 1960, o assunto volta a ter importância, agora com a revalorização, sendo considerado instrumento de integração nacional e turístico.
              Já nos anos 70 ocorrem mudanças na formulação da ideia de Patrimônio, com uma nova concepção de identidade nacional com o alargamento e inclusão de novos agentes.. Para entender os critérios que estão por trás, qual valor artístico e histórico, tem-se então um conceito alargado que abrange um conjunto maior de valores, já que a cidade agora tem outros valores, como a paisagem, os costumes, as tradições.
            O Patrimônio então não é pensado mais somente com os valores históricos e artísticos, mas através de outros e com novos objetos, como a arte popular, ações, atitudes e memórias. Agora como Patrimônio material não se fala mais só de um lugar,  mas  diversas ações, edifícios, manifestações religiosas e populares,  incluídas  nesta denominação.
           
 
 
 
1.4 Conclusão
 As leituras e debates ocorridos durante os seminários quando foi estudada a questão do Patrimônio no mundo e no Brasil, com destaque para a trajetória histórica, dentro do programa da disciplina História e Estudos Culturais, permitiram compreender a evolução do conceito de Patrimônio desde sua origem até os dias atuais. Inicialmente com a denominação de Monumento e sua ligação com a Revolução Francesa, o conjunto de objetos restritos a edificações e alguns bens principalmente da antiguidade, depois para reforço das identidades nacionais e afirmação da Nação pelos Estados Modernos, até chegar aos conceitos mais modernos e ligados ao final do século XX, quando ocorreu um grande alargamento conceitual, até abranger bens intangíveis e com outros valores, além do artístico e histórico, considerados nos primórdios da elaboração conceitual.
                  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS
 
 


 

 

CABRAL, Clara Bertrand. Apontamentos sobre patrimônio e cultura. In: CABRAL, Clara Bertand. Patrimônio cultural imaterial; convenção da UNESCO e seus contextos. Lisboa/Portugal: Arte e comunicação, 2011.

 

CASTRIOTA, Leonardo Barci. Alternativas contemporâneas para políticas de preservação in: CASTRIOTA, Leonardo Barci. Patrimônio cultural, conceitos, políticas, instrumentos. São Paulo: Ana Blume, 2009.

 

CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. Tradução de Luciano Vieira  Machado. – São Paulo: Estação Liberdade: Editora UNESP, 2001.

 

FONSECA, Maria Cecília Londres. A construção do Patrimônio: perspectiva histórica. In: FONSECA, Maria Cecília Londres. O patrimônio em processo: trajetórias da política federal de preservação no Brasil. Rio de Janeiro: UFRJ/Minc./Iphan, 2005