quarta-feira, 22 de março de 2023

A PRIMEIRA QUEDA DO GIGANTE EM 1990 COM ADÍLIO E JUARY

 

O ano de 1990 marcou a história do Itumbiara Esporte Clube pela primeira queda para a segunda divisão. O time não foi bem na primeira fase e foi para uma disputa de repescagem, onde os seis piores times entre os 14 que disputavam o campeonato entraram na luta direta para evitar o descenso.. Depois de duas goleadas seguidas contra Vila Nova e Quirinópolis, alguma coisa misteriosa ocorreu com o Tricolor do Vale que ficou os últimos seis jogos da competição sem fazer gols e no final rebaixado pela primeira vez em 21 anos de história como décimo terceiro colocado da competição. Com metade do time feito na base e com jogadores experientes como Iúna, Maninho, Osmar Galé, Odair Tito e Paulo César, nem mesmo o reforço de Adílio que havia sido campeão mundial pelo Flamengo e Juary que foi destaque no Santos e fez o gol do titulo do Porto em uma final europeia, o time não teve salvação e fechava a década como rebaixado para a segunda divisão.





segunda-feira, 20 de março de 2023

COM “MENINOS DA CASA” EM 1989, ITUMBIARA LEVA MEIA DÚZIA DE GOLS DO GOIÁS DE PÉRICLES E TÚLIO MAS CONSEGUE MANUTENÇÃO NA PRIMEIRA DIVISÃO

 


ANO 1989 - 19ª Participação na primeira divisão

Presidente: Nivaldo Ponciano

Time base: Iúna, Cacá (Ailton Sousa), Hermínio, Osmar Galé  e Pedrinho. Lavinho, Amarildo (Ronisvan) e Zé Valdo (Zé Henrique). Paulo César, Galo e Chicão.


Depois quase duas décadas com apoio do MDB, que começou com Modesto de Carvalho, Radivair Miranda e Waterloo Araújo, as tradicionais disputas com a ARENA que reviveu o Nacional, chegara ao final. Itumbiara contava com novo prefeito, que era o médico mineiro Luiz Moura, que havia vencido o pleito eleitoral contra os políticos dos partidos tradicionais. Mesmo assim, a direção do time continuou ligada a política local, pois o presidente do clube que assumiu em 1989, Nivaldo Ponciano, era o presidente da Câmara Municipal. O time formado, contava com uma base local que tinha cerca de nove jogadores de Itumbiara, entre os quais,  o goleiro Iúna, o zagueiro Osmar Galé, o lateral esquerdo Zé Valdo, o meio campista Amarildo e os atacantes Paulo César e Galo. Na temporada, entraram ainda Ailton Sousa, Ronisvan e Zé Henrique, que também eram de Itumbiara. O time contava com a experiência do zagueiro Hermínio, do lateral Cacá e do atacante Chicão. Em campo para a disputa do campeonato goiano, o desempenho foi regular com o oitavo lugar na competição e a manutenção na primeira divisão. O destaque triste da temporada foi a  goleada que o clube tomou tendo como adversário o Goiás, que foi campeão e contava com o meia Péricles como destaque e Túlio no início de carreira. No final do jogo, vitória do Goiás por 6 a 0. Em outubro, o “periquito” foi convidado para jogar no JK em jogo amistoso comemorativo do aniversário da cidade. Na história do clube até aquele ano, a maior goleada sofrida foi para o Goiânia em 1975, quando o Gigante perdeu por 6 a 1.

Revelação

O jogador Zé Valdo foi uma das revelações do clube em 1989. Foi para o São Paulo e depois para o Atlético Goianiense, onde ficou até 1994. Foi campeão brasileiro pelo Atlético em 1990 na série C. Jogou como profissional até 1999.

Na geração de 1980, além de Péricles, revelado em 1982,  destacaram ainda o atacante Ronisvan que foi para a Ponte Preta e seu irmão Maciel, que chegou a fazer um período de testes no São Paulo. Galo também seguiu carreira profissional no futebol.


Galo, artilheiro dos júniores em 1988, inicia a carreira profissional no Itumbiara em 1989


Jogos na temporada





quinta-feira, 16 de março de 2023

EM 1988, GALO, ZÉ VALDO E NILTINHO SURGEM NO TIME DE JÚNIORES DO ITUMBIARA E O PROFISSIONAL FICA EM QUINTO NO GOIANÃO

 

               Equipe de Júniores do Itumbiara em 1988

ANO 1988 - 18ª participação na primeira divisão

Presidente: Rui da Borracha

Time base: Aranha, Robô, Hermínio, Maninho e Pedrinho. Luiz Renato, Ronis (Carlos Alberto) e Ailton Rocha. Paulo César, Roberto e Jonson (Biro Biro) (jogo em 15 de maio de 1988 - Atlético 2 x 0 Itumbiara)


                                                 Zagueiro Hermínio, o destaque do time do Itumbiara entre 1985 e 1991

Hermínio Aparecido Luís Palombo é de Araraquara, onde nasceu em 24 de abril de 1960.

 Formado na base afeana, integrou a equipe de juniores de 1977 a 1980.

 Em 1980, serviu à Seleção Paulista juntamente com Zé Rubens, Lavinho e Paulo César.

 Deixou a AFE em 1981, sagrando-se campeão da Segunda Divisão pelo Novorizontino.

 Retornando à Ferroviária em 1982, Hermínio marcaria presença no Paulistão de 82 e na Taça de Ouro de 83.

 Ainda em 1983 e também em 1984, Hermínio jogaria em Barra Bonita, de onde sairia para jogar no Itumbiara (GO), de 1985 a 91. Em 1988, serviu à Seleção Goiana.

Fonte: Blog Ferroviária

Durante o ano de 1988, o time do Itumbiara disputou os quatro turnos do campeonato goiano em que o Atlético foi o campeão e o atacante Bill com 35 anos, brilhou mais uma vez fazendo 13 gols, só que pelo principal rival do Gigante, o Goiatuba que foi o melhor do interior. Durante a temporada não foram encontrados registros do time de profissional sobre o elenco e treinador. No museu do Tricolor do Vale, existe apenas uma foto do time de júniores que revelou naquele ano o lateral-esquerdo Zé Valdo e os atacantes Niltinho e Galo, que seriam integrados ao profissional.

Jogos da equipe em 1988



terça-feira, 14 de março de 2023

COM 7 JOGADORES DE ITUMBIARA NO TIME, GIGANTE GANHA SELETIVO DE 1987 E DISPUTA COPA UNIÃO NO MÓDULO AZUL

 

                                  Jogador Paulo César do Itumbiara

ANO 1987 - 17ª Participação na Primeira Divisão

Presidente: 

Técnico: Mosair Barbosa

Time base: Edilson, Robô, Hermínio,  Maninho ( Ailton Sousa) e Pedrinho (Djalma Lima). Odair Tito, Luiz Renato e Ailton Lira  (Amarildo). Paulo César, Aloísio (Rônis) e Marciel (Jorge).


A década de 1980 marcou a formação do Itumbiara com muitos  jogadores da cidade e participação constante de campeonatos brasileiros. Entre 1979 e 1987, o time do Gigante do Vale só ficou fora das edições de 1982 e 1985. Disputou o Brasileiro da primeira divisão em 1979, a taça de prata em 1980 e 1983, a taça de bronze em 1981, a taça CBF em 1984, o torneio paralelo em 1986 e o módulo azul da copa União de 1987. Sempre entre os melhores colocados do campeonato goiano, sempre tinha uma vaga garantida. Em 1987, vingou o Vila Nova que havia tirado o gigante do brasileiro com um gol polêmico no final do jogo e ficou com a vaga do brasileiro após vencer o torneio seletivo que teve ainda Goiânia, Anápolis e Anapolina. A vaga na primeira divisão do Brasileiro foi do Goiás, campeão em 87 e a segunda vaga no módulo amarelo foi para o vice Atlético. Com o titulo do seletivo, Itumbiara disputou o módulo azul.

Jogadores de Itumbiara

Depois de revelar o meia Péricles em 1982, o time base de 1987 tinha 6 jogadores nos jogos decisivos que determinou os titulos do primeiro e segundo turnos, ganhos pelo Goiás. Na vitória do Goiás por 2 a 0 no Serra Dourada que definiu o campeonato a favor do Goiás, o Itumbiara colocou em campo os jogadores da cidade Edilson Barriga, Maninho,  Odair Tito, Luiz Renato, Amarildo, Paulo César e Marciel. O comando técnico era do treinador Mosair Barbosa e o camisa 10, o craque do time Ailton Lira. Robô, Hermínio e  Pedrinho completava a defesa. Aloísio era o centroavante. Amarildo e Djalma Lima entraram no segundo tempo. O atacante Paulo César foi o artilheiro do campeonato no primeiro turno com 6 gols, mas no segundo turno foi ultrapassado pelo ex-artilheiro do time Waldir Dias que defendia o Anápolis na temporada de 1987 e por Ivo da Anapolina, que foi o artilheiro do campeonato.



Na Copa União, o time contou com mais jogadores da cidade

Na Copa União, o time chegou a contar  com 7 jogadores da cidade, como na derrota para o Uberaba, quando entrou em campo com o lateral Ailton Sousa, o zagueiro Maninho, o volante Orlando, os meias Luiz Renato, Marciel e Amarildo e o atacante Paulo César. O time tinha ainda no gol Karmino Colombini, o zagueiro Hermínio, o lateral Pedrinho e os atacantes Augusto Júnior e Henrique.

Jogos na temporada



sexta-feira, 10 de março de 2023

COM O ARTILHEIRO WALDIR DIAS NO CAMPEONATO GOIANO E AILTON LIRA COM A CAMISA 10, ITUMBIARA FOI O MELHOR DO INTERIOR EM 1986 E DISPUTOU O PARALELO DO BRASILEIRO

 

No ano de 1986, o time do Itumbiara fez a melhor campanha entre os times do interior e ficou em quarto lugar. Foi a primeira vez que o clube em sua história teve um artilheiro do campeonato, que foi Waldir Dias com 13 gols. Em seguida, o clube participou de mais um campeonato brasileiro, na época chamado de Copa do Brasil e que tinha na primeira divisão os clubes melhores colocados nos regionais e foi feito um torneio paralelo, que era semelhante uma segunda divisão com quatro grupos, onde o primeiro de cada ia para a primeira divisão. Neste torneio, o Itumbiara ficou em quinto lugar e perdeu por 2 a 0 para a Internacional de Limeira, que havia sido campeã paulista naquele ano. O time contava com estrelas, como Ailton Lira com a camisa 10, o atacante Fantato e o artilheiro do campeonato Waldir Dias. Com uma boa defesa onde se destacava o zagueiro Hermínio, o time contava ainda com os jogadores formados no clube e da cidade, como Odair Tito, Ronisvan, Paulo César e Jorge Luiz.

 


O time base era: João Roberto, Robô, Marquinho, Hermínio e Pedrinho. Odair Tito, Ronisvan e Ailton Lira. Paulo César, Valdir Dias e Jorge.

Outros jogadores na temporada: Fantato, Zé Henrique, Paulo Veiga, Zé Luiz

 

zagueiro Hermínio e Ailton Lira, o 10 do Gigante

AILTON LIRA

Aílton Lira da Silva, o Aílton Lira, cerebral meia do Santos, de 1976 a 1979, morou em Passos (MG), onde foi técnico do Passos Futebol Clube, equipe fundada em 1996, e em julho de 2017 foi contratado como "olheiro" do Santos, cargo que ocupou até 2019.

 

Ailton já trabalhou no futebol do interior paulista, comandando o time de juniores do Rio Claro FC. Em Poços de Caldas (MG), ele foi técnico das categorias de base da Caldense.

Nascido no dia 19 de fevereiro de 1951, em Araras (SP), Lira fez parte do time santista campeão paulista em 1978, na época dos "Meninos da Vila". Além do Peixe, Aílton Lira jogou na Ponte Preta, na Caldense (MG), no São Paulo, no Al Nassr (Arábia Saudita), Guarani, União São João (SP), Comercial (SP), Portuguesa Santista (SP), Itumbiara (GO) e Guará (DF).

Em sua passagem pelo Tricolor do Morumbi, em 1980, Aílton atuou em 29 partidas (12 vitórias, 13 empates, 4 derrotas), marcou nove gols e conquistou o título paulista daquele ano (fonte: Almanaque do São Paulo - Alexandre da Costa).

Rogério Micheletti – www.uol.com.br

 

 


 Embora marcada no arquivo do Itumbiara como equipe de 1987, pela presença de Waldir Dias que nesse ano estava defendendo o Anápolis, conclui-se que a foto é de 1986. Nela encontra-se o presidente da época Walter Dias Campos e Rui da Borracha que seria o sucessor em 1987.

 

WALDIR DIAS

O centroavante Waldir Dias, conhecido carinhosamente por “Patolino”, nasceu no dia 14 de setembro de 1957, em São Vicente, e em 16 anos de carreira passou por 21 equipes, sempre marcando pelo menos um gol em cada uma delas.

Ele iniciou sua carreira profissional no Jabaquara, de Santos, em 1979, e passou pelas seguintes equipes: Marília, Francana, Portuguesa Santista, Santo André e Rio Branco (SP), Itumbiara, Anápolis e Atlético Goianiense (GO), Blumenau, Marcílio Dias, Tubarão e Atlético Ibirama (SC), Londrina (PR), Remo (PA), CSA (AL), Fluminense de Feira (BA), Dom Bosco (MT), Araxá (MG) e Botafogo (PB).

Sua melhor fase foi no futebol goiano onde foi artilheiro do estadual  em 1986, com 13 gols, pelo Itumbiara, e vice-artilheiro no ano seguinte, pelo Anápolis. Encerrou a carreira em 1993 pelo Atlético Ibirama.

Waldir Dias virou treinador das categorias de base do Jabaquara, clube onde iniciou a carreira. Ele é casado com Maria Aparecida, tem três filhas, Wanda, Amanda e Fernanda, e uma neta, Bianca.

João Antônio de Carvalho – www.uol.com.br


JOGOS NA TEMPORADA



terça-feira, 7 de março de 2023

No ano de 1985, Zé Gomes assume presidência do Itumbiara e bate no Vasco da Gama no Aniversário da cidade. O Nacional abandona o campeonato goiano para não voltar mais

 


Depois de mais um período de cinco anos á frente do Itumbiara, o clube a partir de 1985 teve como presidente Zé Gomes da Rocha, que era vereador em Itumbiara. O time perdeu Péricles que foi para o Goiás e  contava com jogadores da cidade como Paulo César Chiqueirinho, Ronisvan e Jorge. O ano começou com um torneio chamado Iris Rezende, que contou com 12 equipes. O Itumbiara avançou para a segunda fase, mas não conseguiu chegar a terceira e última fase.  O destaque neste ano foi para o enfrentamento a equipe do Nacional, que disputaria este torneio e o campeonato goiano pela última vez. No primeiro torneio, ocorreram dois empates entre Itumbiara e Nacional.

Campeonato Goiano 1985

Nesta temporada o time do Itumbiara esteve muito perto de cair para a segunda divisão. Na primeira fase, não se classificou entre os seis melhores e foi juntamente com o Nacional disputar um torneio de repescagem que definiria duas equipes para o descenso. O Nacional jogou só o primeiro jogo e abandonou o campeonato goiano para não mais retornar. Entre as cinco equipes da repescagem, Itumbiara ficou em último lugar, mas como tinha mais pontos no geral do campeonato em relação ao Monte Cristo, acabou-se salvando, sendo o Monte Cristo a outra equipe rebaixada. Nos confrontos com o Nacional que foi tricampeão da segunda divisão em 1968,  1981 e 1983, a equipe do Itumbiara em onze jogos, venceu 5, empatou 4 e perdeu dois jogos. Marcou 13 gols e sofreu 10.

 


Aniversário da cidade

Em 12 de outubro de 1985, o então presidente Zé Gomes da Rocha, trouxe a equipe do Vasco da Gama para jogar contra o Itumbiara em jogo festivo no Estádio JK. O Vasco marcou um gol de autoria de Roberto Dinamite, mas o Itumbiara venceu por 2 a 1. Zé Gomes repetia outro presidente do Itumbiara que torcia para o Vasco, que foi Modesto de Carvalho e trouxe a equipe para inauguração do Estádio JK em 10 de outubro de 1976. Naquele jogo, o placar foi 0 a 0.

Jogos do Itumbiara na temporada 1985



sábado, 4 de março de 2023

EM 1984, ITUMBIARA CONTOU COM O GIGANTE E O GALO NA DISPUTA DA TAÇA CBF E CAMPEONATO GOIANO

 

O ano de 1984 começou com a disputa de duas vagas para a TAÇA CBF, antiga Taça de Prata que contava com as equipes que não conseguiram ficar nas primeiras colocações que eram agraciados com vagas no campeonato brasileiro. Para a Taça CBF de 1984, foram escolhidos Itumbiara e Nacional, que havia sido o campeão no ano anterior da segunda divisão do campeonato Goiano. Itumbiara fez mais uma boa campanha no brasileiro e só caiu nas quartas de final ao perder a vaga para o Uberlândia que seria o campeão naquele ano do torneio nacional.  No comando técnico, novamente Rubens Freitas e depois Aderbal Lana e na presidência do clube, seguia Nadir Nader. Em campo, o time contava ainda com o camisa 10 Péricles na terceira temporada e agora com 20 anos. Despontava como revelação os atacantes Ronisvan e Paulo César, que eram também de Itumbiara. Os artilheiros do time eram Ricardo e Péricles. Na equipe jogavam dois irmãos, o lateral-esquerdo Pedrinho e o ponta Henrique.

Time base:  João Roberto, Robô, Aloísico, Dick e Cacá. Ailton, Péricles e Ronis. Paulo César, Ricardo e Henrique. Foram utilizados ainda Vilfredo, Pedrinho e Tostão

UBERLÂNDIA DERROTA OS DOIS TIMES DE ITUMBIARA NA TAÇA CBF, CHEGA A FINAL E TORNA CAMPEÃO BRASILEIRO (ANTIGA TAÇA DE PRATA)

O Nacional caiu na primeira fase ao perder para o Uberlândia por 3 a 0 no primeiro jogo na cidade mineira e vencer o segundo no Estádio JK por 2 a 1.

ITUMBIARA E UBERLÂNDIA - TAÇA CBF

Nas quartas de final, o Uberlândia voltou a Itumbiara, agora para enfrentar a equipe de mesmo nome, que vinha de eliminar o Tiradentes-DF e o XV de Piracicaba. No primeiro jogo, disputado no Estádio Municipal Juscelino Kubitschek, o Verdão arrancou uma boa vitória por 2 a 1 com gols marcados pelos laterais: Batata abriu o placar no primeiro tempo, o ponteiro Henrique empatou para os goianos na etapa final, mas Luizinho decidiu para os mineiros com um gol crucial no último minuto, garantindo a vantagem do empate no Parque do Sabiá.

Para o jogo de volta, dois dias depois, o Uberlândia levaria ao estádio cerca de 16 mil torcedores, mais do triplo do público presente à partida contra o Guarani. No entanto, sofreria um bocado diante do Itumbiara, que saiu na frente pouco antes do intervalo com gol de Péricles. O resultado levaria a decisão da vaga para os pênaltis. Mas outra penalidade, convertida por Chiquinho aos 14 minutos da etapa final, empatou o jogo em 1 a 1 e carimbou a classificação. Entre os quatro finalistas da Taça CBF, o Uberlândia já via a Copa Brasil bem de perto.

Trivela.com.br